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Blog da disciplina de AIA 205.1

Desenho na praça da Liberdade

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Não- objeto

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 Meu grupo (1) pensou em um não-objeto que possuísse as seguintes diretrizes: 1- Estrutura principal formada por anéis( um ou mais) de tubos maleáveis: Eixo principal com tubo com ductilidade que permitisse variação de movimentos. 2- O não-objeto produz som ao ser movimentado: Para uma experiência mais imersiva, ao ser manuseado, ele emitirá algum som. 3- Formas encaixadas ao longo do tubo que podem servir de apoio e suporte, além de se movimentarem pelo não objeto: Outros elementos compondo o não-objeto, de maneira a adicionar espacialidade e movimento. Tendo isso em vista, seguindo as diretrizes do grupo, esse foi a variação do meu não-objeto:

Leitura do texto " Teoria do não- objeto"

 Ao fazer a leitura do texto, pode-se entender que a abordagem central do tema é a compreensão do que seria o não- objeto, desde seu surgimento até suas variações ao longo dos anos.  A princípio, entende-se que o não- objeto surge a partir da busca dos artistas por uma nova visão da arte que até então, sempre fora representativa, com formas e composições que representassem o mundo real. Os primeiros passos surgem com as pinturas abstratas no Cubismo, mas que ainda assim, possuíam uma espécie de signo, representação.   Quando a representação deixa de ser feita nas telas, a necessidade de uma moldura para enquadrar e colocar a obra em uma espécie de pedestal, apenas para ser admirada deixa de ser necessária. É aí que tela e objeto passam a se misturar. Partindo desse ponto, é observado que esculturas não figurativas surtiriam um maior efeito no que diz respeito ao contato do usuário com a obra e seu meio. A princípio, o rompimento das barreiras que moldura e base criam...

Não - objeto e arte cinética

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  Não objeto de Lygia Clark: Bichos No contexto em que o "Bicho" foi criado, durante os anos 60, o Brasil vinha passando pela era do neoconcretismo, em que a arte envolvia a subjetividade, corpo e vivência. As influências de Lygia Clark pode ser encontrada nas ates cinéticas,  teorias fenomenológicas (corpo é o centro da experiências do mundo) e artes participativas. Já partindo diretamente para o próprio não- objeto, há aspectos interessantes quanto a sua composição.  É graças à escolha do material, as chapas de aço, que permitem essa maleabilidade e multiplicidade de posições que “o bicho” é capaz de atingir. Isso porque, juntamente com as dobradiças, há uma flexibilidade que abre margem para execução de diversos movimentos. Além disso, o metal na sua forma mais crua permite uma maior imersão, contato direto com o não- objeto, é como manusear o não- objeto na sua forma mais pura, decorrente também da revelação do material utilizado. As arestas pontiagudas dão a liberdad...

Desenhos de luz e sombra

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Cubos no SketchUp ( Segunda versão)

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